sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Formigas usam algoritmo da internet para encontrar comida


Pesquisadores da universidade de Stanford descobriram que as formigas usam para se comunicar um algoritmo semelhante àquele presente no protocolo TCP (Transmission Control Protocol), que controla a transferência de dados via internet. De acordo com os acadêmicos de biologia e ciências da computação, as formigas utilizam um sistema para procurar comida que é similar ao usado na transmissão de pacotes pela rede, quando um receptor envia um sinal para confirmar que as informações recebidas são corretas. 

O mecanismo tornaria o formigueiro mais eficiente, pois o aviso disparado por um só indivíduo pode chamar todos os outros para a fonte de alimento. De brincadeira, a descoberta vem sendo chamada de "anternet", um jogo com as palavras "ant" ("formiga") e com a rede mundial de computadores. O estudo foi conduzido usando as chamadas formigas cortadeiras, que, da mesma forma que o TCP comprime dados se os pacotes iniciais indicam uma banda não muito larga, enviam menos membros se os primeiros demorarem muito para voltar com a comida.

"Uma formiga não retorna ao ninho enquanto não encontrar comida. Se há sementes em abundância, elas voltam rapidamente e mais formigas deixam o ninho para ajudar. Se, entretanto, as formigas começam a voltar sem nada sobre suas cabeças, a busca desacelera e, talvez, pode ser até cancelada”, diz um texto explicativo do projeto na página de Stanford.

Os pesquisadores esperam que o padrão possa ajudar a entender melhor a vida das formigas e também que possibilite a criação de sistemas informatizados mais complexos que os atuais. De acordo com Balaji Prabhakar, um dos pesquisadores envolvidos na iniciativa, se a descoberta tivesse sido feita há mais tempo provavelmente teria influenciado no desenho da própria internet.

Saiba mais detalhes do projeto clicando aqui.

Fonte: Olhar Digital

Até breve com mais Tecnologia em Foco
Sérgio Rodrigo de Abreu

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Como evitar o vírus do "mude a cor do seu Facebook"


O seu Facebook não vai mudar de cor. Se você vir uma mensagem lhe convidando a mudar os tons da rede social, tome cuidado: é vírus.


De acordo com a empresa de segurança Sophos, essas mensagens na verdade convidam os usuários a instalar aplicativos ilegais que, além de roubarem as informações do usuário, também espalham a mensagem em seu nome pelo Facebook.

Ao clicar no link, a vítima é redirecionada a uma página pedindo para “verificar” um link e, consequentemente, ceder o acesso de seus dados ao falso app.

A empresa ainda recomenda a quem já tenha caído no golpe que delete o aplicativo da conta e remova os posts feitos em seu nome, assim você evitará que mais pessoas sejam infectadas pelo malware.

Para excluir o falso app, vá em “Configurações da conta”, em “Aplicativos”, clique no “X” e confirme em “Remover.

Fonte: OlharDigital

Até breve com mais um Tecnologia em Foco
Sérgio Rodrigo de Abreu

terça-feira, 28 de agosto de 2012

Qual é o melhor email gratuito do momento?

Não há dúvidas de que email é uma das ferramentas digitais mais comuns e que mais fazem diferença no dia-a-dia de todos nós. E a maioria esmagadora dos usuários tem contas de email ofertadas por um desses três serviços: Gmail, Yahoo! ou Hotmail. Eles são gratuitos, oferecem grandes espaços de armazenamento e – as empresas juram – são seguros. E há mudanças grandes acontecendo nesse ambiente. Talvez a principal delas seja o surgimento do Outlook.com. Esse service deve substituir o Hotmail e algumas das funções das duas plataformas já estão em ritmo de integração. Assim, para esse Laboratório Digital resolvemos colocar o Outlook.com frenet a frente com o Gmail e o Yahoo.

Estabelecemos cinco critérios objetivos para esta análise: espaço, segurança, integração, personalização e a possibilidade de se desvincular da conta, o famoso "excluir". Vamos à primeira rodada!

Espaço!
Um lembrete inicial: parte dos testes com o Outlook.com tiveram de ser feitos pelo Hotmail, por conta da ligação entre os dois produtos.

Cada empresa possui um critério diferente para definir quanto espaço seus usuários terão para armazenar e-mails, imagens, anexos e etecétera. No Gmail, são oferecidos até 25 Gigabytes, expansíveis até 100 Giga. Mas, para ter uma caixa desse tamanho, o Gmail deixa de ser gratuito e você precisará ter uma assintura mensal. Já o Outlook.com não especifica quanto espaço oferece, mas diz que ele sobe conforme a demanda. Porém, caso o volume de mensagens na caixa de entrada aumente muito rapidamente, envio e recebimento são interrompidos até que algumas sejam excluídas. Nesse quesito, que se deu melhor foi o Yahoo! A empresa garante que não impõe limites às suas caixas postais. Espaço sem fim!

Segurança!
Para o Yahoo! e o Outlook.com, a segurança começa no momento do cadastro. Nenhum deles permite que se usem partes do nome na senha. No Outlook.com, as senhas precisam ser fortes, incluindo caracteres especiais, como acentos ou astericos, por exemplo. Mas, aqui, o Gmail é quem fica na ponta. Ele é o único que usa o HTTPS. Trata-se de um protocol seguro, que fornece comunicações autenticadas e criptografadas. É o mesmo tipo de segurança presente em páginas de bancos, por exemplo. Dá para saber por aqui: toda vez que você acessa o Gmail, o navegador exibe o endereço do service depois do HTTPS. Outro ponto forte do Gmail é o combate ao spam. A proteção começa na atitude dos próprios usuários, que, ao denunciar um remetente, estão criando um banco de dados. Com isso, leva apenas alguns minutos entre o spammer enviar algo e essa correspondência ser bloqueada.

O Yahoo! intercepta mais de 15 bilhões de spams diariamente, mas não divulga seus métodos. Já o Outlook.com separa as mensagens por conteúdo - se veio de redes sociais, se é boletim de divulgação, se tem anexo e que tipo de arquivo veio anexado.

Tanto Yahoo! quanto Outlook.com exibem sinalizações para informar ao cliente se o remetente é confiável – coisa que o Gmail não faz. Para isso, o Yahoo conta com parceria do Norton Antivírus (que não pode ser desativado) e o Outlook, do Microsoft SmartScreen.

Integração!
Aqui, excluímos as conexões com redes sociais e focamos apenas em integração entre contas, mas há um recurso do Yahoo! que precisa ser ressaltado: no momento em que você se cadastra, dá para escolher criar a conta a partir de uma ID do Facebook ou até mesmo do Google. O Yahoo! também é o que mais facilita adição de outras contas à sincronização geral.

O Gmail também aparece bem na fotografia da integração. Aqui é super fácil transferir e-mails e contatos, bem como mensagens que estejam em outra conta de email que você possua.

Nesse quesito, quem enfrentou problemas foi o Outlook.com. Assim que você configura outra conta, o Outlook recolhe tudo o que há no outro serviço - seja Gmail, Yahoo! ou outro. Não dá para escolher. O Outlook até avisa que o processo pode levar um dia inteiro para ser concluído.

Personalização!
De longe, o campeão aqui é o Gmail. Dá para mudra praticamente tudo - desde o layout, com possibilidades infinitas de temas, até as ferramentas do serviço. Isso é possível graças ao Labs, o laboratório de ideias do Google, que permite acrescentar ao Gmail botões como o "marcar como lido", gadgets de outros produtos, painel de visualização, e muito outros.

No Yahoo! pode-se apenas alterar o tema, a partir de uma galeria com algumas opções - na prática, muda somente a imagem de topo de página e algumas cores. Por outro lado, é possível criar a conta em quatro domínios: yahoo.com.br, yahoo.com, ymail.com (lê-se uái mail) e rocketmail.com. E, além do endereço principal, dá para criar subcontas com essas opções.

A Microsoft também oferece vários domínios (hotmail.com, hotmail.com.br, live.com e o outlook.com). Quanto ao layout, no Outlook.com, o usuário consegue alterar o tema com uma paleta de cores, mudando o topo e algumas fontes.

Descadastramento! 
Sair de um produto na internet pode ser uma dor de cabeça. Mas, a boa notícia é que os serviços avaliados foram bem nesse aspecto. O mais prático é o Outlook.com. Você encontra a opção facilmente nas configurações de conta; lá é preciso desativar o Hotmail e, feito isso, a conta da Microsoft fecha automaticamente por tempo de inatividade. Mesmo que você encerre a conta, o endereço que você usava ainda fica reservado por 270 dias, caso você mude de ideia. 

Para sair do Gmail, basta ir às configurações de conta do Google, o "Excluir conta" fica logo na primeira. Já no Yahoo! a coisa é mais complicada. Não há informação sobre excluir a conta nos meios tradicionais, então é preciso procurar no sistema de ajuda, que encaminha para a página "Encerramento de conta". Leva 90 dias para tudo ser apagado definitivamente, mas é um processo relativamente fácil.

Conclusão! 
Boa conclusão no Laboratório Digital desse mês. Os três serviços analisados desempenham muito bem suas funções, e cada um possui um diferencial. Na nossa escala, o Outlook.com ficaria por último na escolha, até por ser um produto inacabado, que ainda depende da interface e das configurações antigas do Hotmail. O Yahoo! foi uma boa surpresa. O mecanismo tem opções interessantes de segurança e integração e espaço sem fim. Mas, pelo menos nesse teste, quem ficou na dianteira foi mesmo o Gmail. O Google acerta em cheio em dois pontos importantes: segurança e personalização. O sistema de bloqueio de spam é ótimo, e a segurança do HTTPS faz muita diferença. Além disso, ter o Labs para mudar praticamente tudo em termos de interface e funcionalidade ajuda bastante no dia a dia. Então a escolha do Olhar Digital para service de email gratuito é o Gmail, do Google. 


Fonte: OlharDigital


Eu, particularmente, utilizo o Gmail há vários anos e não  trocaria por nenhum outro serviço de e-mail. Eu indico, mas cada um vai se adaptar de acordo com o seu gosto e sua necessidade.

Seguem algumas opções:


  • Gmail (@gmail.com) - www.gmail.com.br > Criar conta
  • Yahoo (@yahoo.com, @yahoo.com.br), Y! Mail (@ymail.com) e RocketMail (@rocketmail.com) - mail.yahoo.com.br > Criar conta
  • Bol (@bol.com.br) - email.bol.com.br > Criar conta
  • Hotmail (@hotmail.com, @hotmail.com.br) e Live (@live.com) - www.hotmail.com > Criar conta
  • MSN.com (@msn.com) - mail.msn.com > Criar conta
  • IG (@ig.com.br) - ig.com.br > Criar conta
  • GloboMail (@globomail.com) - globo.com > Criar conta
  • Oi (@oi.com.br) - webmail.oi.com.br > Criar conta
  • POP (@pop.com.br) - webmail.pop.com.br > Criar conta
  • Inteligweb (@inteligweb.com.br) - webmail.inteligweb.com.br > Criar conta
  • R7.com (@r7.com) - email.r7.com > Criar conta
  • Folha (@folha.com.br) - email.folha.uol.com.br > Criar conta
  • Zipmail (@zipmail.com.br) - zipmail.uol.com.br > Criar conta


Até breve com mais um Tecnologia em Foco
Sérgio Rodrigo de Abreu

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Como a tecnologia tem ajudado os músicos independentes


Sites de distribuição de músicas, projetos de arrecadação de fundos e redes sociais ajudam artistas a divulgar o seu trabalho

Ser artista independente não é tarefa fácil. Não importa em que canto do mundo você esteja; ensaiar, gravar e distribuir o trabalho custa caro e dá um trabalhão. Quem tem ou já teve banda sabe como é... Mas de uns anos para cá a tecnologia vem dando uma mãozinha pro pessoal mais “underground” e hoje vivemos uma situação inédita e animadora – pelo menos para quem gosta de música e para aqueles que sonham viver dela.

Criada há 14 anos por amigos do colégio sem qualquer pretensão além de se divertir e fazer um som, a banda paulistana “Mão de Oito” acaba de lançar seu primeiro álbum independente. Em 2008, com dinheiro do próprio bolso, eles até lançaram um CD demo para divulgar o trabalho; mas agora a coisa é profissional. E lembra aquela “mãozinha” da tecnologia? Para eles foi mais do que isso.

Depois de muita dedicação e com as músicas já prontas, o pessoal do “Mão de Oito” aproveitou as sugestões dos amigos mais nerds para recorrer ao “crowdfunding”. Para quem nunca ouviu falar, o termo é usado para classificar ações de financiamento coletivo na internet. Ou seja, eles cadastraram o projeto em um site e contaram com a colaboração de quase 100 apoiadores para arrecadar mais de 10 mil reais – dinheiro que foi todo revertido para a gravação do álbum “Um dia que já vem”, que acaba de ser lançado.

"A gente parou de fazer show porque estávamos mudando a formação da banda, então a gente estava sem recurso para fazer o CD. Cada um dia um pouco de dinheiro do bolso, mas nnao era o suficiente para fazer com a qualidade que a gente queria. Então, conversando com um monte de amigos, encontramos a sugestão do crowdfunding. Fizemos uma campanha no site Catarse.me e chamamos família, amigos e fãs para gente conseguir parte do dinheiro para fazer o disco. Isso foi fundamental, sem isso não teríamos gravado", comenta  Toca Mamberti, guitarrista da Mão de Oito.

Com o trabalho pronto, agora é hora de divulgar as músicas e correr atrás de shows.  Para isso, a internet também foi o caminho escolhido. A banda não mediu esforços e apostou no máximo de canais possível para distribuir o material gravado.

"Todas nossas músicas estão no YouTube, nas página do Facebook, através do OneRPM, que é um espaço onde as pessoas fazem o download, colocam o email e em troca vamos construindo um mailing baseado em quem se interessou nas nossas músicas. Também tem o disco no iTunes e o link direto para download gratuito do disco inteiro", explica Toca.

Ao lado de outros 60 mil artistas nacionais, a “Mão de Oito” é mais um grupo que recorreu a uma popular plataforma de divulgação e distribuição; a “ONErpm”. A ideia é democratizar a chance dos independentes de disponibilizar seu material nos grandes canais online, como a loja do iTunes, por exemplo.

"A gente existe para dar este suporte que o artista independente tanto precisa. É muito fácil gravar o disco da casa dele, mas a segunda parte de negócios, a gente entra para dar uma ajuda", conta Arthur Fitzgibbon, diretor da ONErpm no Brasil.

Ao se cadastrar gratuitamente na plataforma, o artista já sai com duas lojas virtuais grátis: uma no próprio portal do serviço e outra no Facebook. Mas além destas, mais de 80 canais de distribuição são oferecidos em todo o mundo. Fazendo algumas contas básicas, descobrimos que com cerca de 200 reais dá para distribuir e divulgar o trabalho de um artista independente no mundo inteiro!

"Temos parceiros para quem a gente entrega a música e se ele tiver interesse, pode entrar em contato direto com o artista", conta Arthur.

Definitivamente, a tecnologia mudou o cenário dos artistas independentes; e pra melhor, muito melhor. Claro, essa facilidade de gravação e distribuição não é sinônimo de sucesso e dinheiro no bolso, mas já é bem diferente do que acontecia alguns anos atrás. A banda Mão de Oito também conta com a ajuda do selo independente Laboratório Fantasma, que também aproveita muito da internet para divulgar os trabalhos de seus artistas.  

Se além de ser um apaixonado por tecnologia, música também divide seu coração, assista no link abaixo uma matéria bem legal sobre como montar seu próprio estúdio de gravação em casa! Veja como computadores, tablets e softwares participam da gravação. Nos links que acompanham o texto desta reportagem você também encontra o endereço das páginas da ONErpm e também fica por dentro de tudo o que está rolando com o “Mão de Oito”.

Fonte: Olhar Digital

Até breve com mais um Tecnologia em Foco
Sérgio Rodrigo de Abreu

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Nove passos para reduzir os custos com outsourcing



Serviços de consultoria em projetos de TI são valiosos, mas, muitas vezes, podem ser caros. Se os líderes de tecnologia da informação não forem cuidadosos, o custo para contar com a assistência de terceiros na criação de serviços de TI pode ficar fora do controle.

No entanto, existem maneiras de limitar os gastos com consultoria. “Embora as empresas de consultoria falem sobre seus processos únicos e riqueza de experiência, não se pode esquecer que eles são mão de obra qualificada temporária”, diz Adam Strichman, fundador da consultoria de outsourcing Sanda Partners. “A moral da história é que ele pode ser feito com menos consultores, se você puder contar com o esforço interno”, observa.

Veja abaixo nove dicas para frear os honorários de consultoria em seu próximo compromisso de terceirização.

1. Defina claramente suas expectativas

“Geralmente, ao buscar um provedor de outsourcing as pessoas solicitam o Request for Proposal (RFP) [solicitação de proposta técnica/comercial para aquisição de algum produto ou serviço]“, aponta Mark Ruckman, consultor de outsourcing da Sanda Partners. “O cliente e o consultor precisam ser claros sobre expectativas e tempo antes de o processo de RFP começar. Caso contrário, a empresa terá aumento de escopo, o que pode gerar insatisfação”, aconselha.

Negócios simples e diretos podem consumir cerca de um mês para serem fechados. Já os de médio porte podem demandar de dois a três meses, e os negócios acima de 500 milhões de dólares ou até mais podem levar de quatro a nove meses.

2. Pessoas certas no lugar certo

Um contrato de terceirização vai exigir o trabalho de dois a sete profissionais em tempo integral. A maioria dos departamentos de TI não pode se dar ao luxo de direcionar muitas pessoas para algumas tarefas por muito tempo. Por isso, empresas solicitam a ajuda de consultores.

No entanto, apenas um ou dois deles são profissionais realmente qualificados em serviços de TI, diz Strichman. “Os demais auxiliam na montagem de informações financeiras. A maioria de suas tarefas podem ser feitas por qualquer pessoa.”

Considere tomar o mesmo cuidado que dentro de casa. “Muitas pessoas têm lidado com as questões de terceirização de TI”, lembra Strichman. “Até mesmo empresas de médio porte geralmente têm pessoal interno com grande riqueza de experiência. A companhia pode encontrá-los e redirecioná-los.”

3. Assuma o controle

Quando Honório Padron era um cliente de outsourcing, era fã do modelo “lift and shift”, no qual os atuais processos da companhia são movidos do alto custo para custo baixo, mas a transformação do negócio é pouca ou nenhuma.

“Dê tudo para os consultores e, em seguida, para as empresas de terceirização. Mas 80% dos negócios têm desempenho abaixo do ideal”, diz Padron, agora líder global da prática de serviços do Hackett Group. “O segredo não está nos incentivos corretos ou conhecimentos em vigor”, afirma o executivo. Por isso, ele aconselha nomear um funcionário interno para que ele fique encarregado do processo de seleção de terceirização.

4. Apresentações

Cuidado com o PowerPoint “buraco negro”. “Muitas empresas exigem camada sobre camada de envolvimento de executivos [em um acordo de outsourcing], cada uma exigindo novas apresentações”, diz Strichman da Sanda Partners. “É muito fácil para os consultores tomarem a frente dessa tarefa, que consome tempo enorme”, diz.

5. Contrate você mesmo

Os líderes de TI que embarcam em grandes negócios de terceirização ou compromissos com vários provedores devem considerar a contratação de seus próprios especialistas em serviços de TI em tempo integral.

“Se você puder encontrar alguém que viveu a situação, ele pode ser caro no curto prazo”, diz Scott Holland, diretor do grupo de transformação de TI no Hackett Group. “No longo prazo, ele vai se pagar”, completa. Apenas certifique-se de que eles têm a oportunidade de ficar atentos às tendências do mercado, informa Padron.

6. Identifique e escolha

Consultores de terceirização podem dizer que eles fornecer mais valor ao projeto se permanecerem engajados em todo o processo. Se você quiser manter a economia, não adote essa estratégia, aconselha Strichman da Sanda Partners. “Informe que você precisa de ajuda e qual é o seu orçamento, e eles vão ajuda-lo”, diz ele.

7. Faça primeiro, contrate depois

“Uma abordagem interessante que não tem sido amplamente aceita pelo mercado é o cliente negociar o melhor acordo com o provedor de terceirização, e, então, os consultores entrar e ajustar o preço e as condições e descobrir as armadilhas”, diz Ruckman da Sanda Partners. Essa movimentação vai reduzir os custos de consultoria, mas pode ampliar o tempo para concluir o acordo de serviço.

8. Considere estabelecer um preço fixo

Algumas consultorias, e até mesmo alguns escritórios de advocacia, oferecem serviços de consultoria em outsourcing a um preço fixo. Problemas inesperados vão surgir, e a organização terá de pagar depois para poder arrumá-los. “Mas no final, a companhia vai gastar muito menos do que as horas trabalhadas”, diz Strichman da Sanda Partners.

9. Escolha sabiamente

“Aproveite o tempo para olhar para o valor que um consultor pode trazer e, em seguida, escolha cuidadosamente a consultoria certa para o trabalho”, diz Edward J. Hansen, sócio do escritório de advocacia Baker & McKenzie.

“O consultor certo não pode ser o menos caro ou então o mais caro para o trabalho. Mas tem de ter o potencial de criar valor de forma que não pode ser plenamente compreendida sem os anos de experiência que a pessoa traz para a mesa. Se um consultor vai fornecer um bom valor durante o processo de seleção, os honorários serão pagos de forma exponencial em áreas como prevenção de transição de custos”, indica.

Fonte: CIO

Até breve com mais em Tecnologia em Foco
Sérgio Rodrigo de Abreu

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

O que você faria se ganhasse mais horas no seu dia?


A empresa de equipamentos para escritório Regus realizou uma pesquisa com 16 mil pessoas, em mais de 80 países, para descobrir o que os trabalhadores pensam sobre o assunto – já que os efeitos do trânsito no nível de estresse das pessoas já são bem conhecidos.

Tempo gasto em deslocamento afeta produtividade
Créditos: Daniel Hoherd
O resultado não poderia ser diferente. 48% dos profissionais responderam que trabalhariam com mais dedicação e empenho se pudessem diminuir o tempo gasto em deslocamento até o trabalho. Entre os brasileiros que responderam à pesquisa, 87% disseram que dedicariam o tempo ganho ao parceiro e à família, 85% dedicaria mais horas à prática de exercícios físicos e 79% usaria esse tempo para ampliar as qualificações educacionais.

Ou seja, menos tempo em deslocamento resultaria em uma ação ganha-ganha, onde as duas partes são beneficiadas: o profissional, logicamente, porque teria mais tempo para realizar atividades que aumentam seu nível de bem-estar, e a empresa teria um colaborador mais satisfeito e, por isso, mais criativo e produtivo.

E agora?
A pesquisa é mais uma prova de que é necessário investir nas soluções para diminuir o tempo de deslocamentos nas cidades: trasporte público de qualidade e opções alternativas de mobilidade! Já percebemos que ficar apenas dependente do carro não dá certo e ainda prejudica a saúde de todos. Bicicletas, faixas exclusivas para o transporte coletivo e integração entre os meios é, comprovadamente, uma receita eficaz.

BRT Transoeste, no Rio de Janeiro. (Foto: RBP)
Um bom exemplo de aumento da eficiência do transporte coletivo é o sistema Bus Rapid Transit-BRT, que está sendo implementando em cidades brasileiras como Rio de Janeiro e Belo Horizonte. O Transoeste, primeiro corredor BRT a ficar pronto no Rio, já reduziu o tempo de viagem pela metade em muitos trechos em que opera, na Zona Oeste. O dado pode ser comprovado pelo índice de 90% de aprovação dos usuários, até agora.

Com alternativas de mobilidade além do automóvel, cada um terá liberdade de escolher a maneira mais rápida e benéfica de chegar ao seu destino. Depois, é só decidir se vai ao cinema com a família, aprender outra língua ou levar o cachorro para passear! E até o patrão agradece.

Fonte: mobilize.org.br

Até breve com mais um Tecnologia em Foco
Sérgio Rodrigo de Abreu

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Cientistas convertem DNA em unidade de armazenamento


Cientistas da Universidade de Harvard conseguiram converter um livro de 53.426 palavras em DNA. Sim, DNA, a mesma substância que fornece o modelo genético para todas as coisas vivas. A longo prazo, destaca o Mashable, o recurso pode se tornar uma opção como sistema de armazenamento.

O experimento foi publicado na revista Sciense nessa quinta-feira (16/08) e seu objetivo era provar que há como usar moléculas de DNA para armazenar grandes quantidades de dados. É possível guardar mais informações ali por milímetro cúbico do que em memórias flash.

A dificuldade disso é a tradução, tanto do material para DNA, quanto o contrário. Os pesquisadores começaram pelo livro, que contém o texto, 11 imagens e um programa em javascript, e converteram-no para código binário: atribuíram a cada base de núcleo do DNA um 0 ou um 1.

A parte difícil veio em seguida: sintetizar a cadeia do DNA, que teria 5,27 milhões de bases de comprimento, o que eles fizeram aos poucos, dividindo-o a cada 96 bases. Quando terminaram, o livro era um DNA sintético com cerca de um milionésimo do peso de um grão de areia.

Ler o livro foi menos complicado, pois toda a tecnologia de sequenciamento está disponível comercialmente. Bastou organizar a sequência do DNA e decodificá-la novamente para o formato binário, então o livro surgiu como um arquivo em HTML.

Poucos erros foram encontrados durante o processo, somente 10 bits de um total de 5,27 milhões, e há dois bons motivos para se investir na tecnologia. O primeiro é a longevidade, o DNA pode durar milhares de anos - ou milhões, se estiver preso ao âmbar (como no filme "Jurassic Park"). Em segundo lugar, por ser a base da vida, o DNA está garantido como tecnologia para as futuras gerações.

Mas também há duas desvantagens. A primeira é o custo, já que o equipamento necessário para sequenciamento ainda é caro. E a segunda é o fato de que não é possível alterar nada, o DNA só serve para gravações únicas.

Fonte: OlharDigital

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Sérgio Rodrigo de Abreu

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Câmeras em lojas fazem check-in automático no Facebook

Imagine fazer check-in no Facebook sem precisar digitar ou falar nada, basta passar por uma câmera e automaticamente todos os seus amigos ficam sabendo onde você está. Essa tecnologia já existe, mas não foi criada pela rede social.


Desenvolvido pela Redpepper, o Facedeals reconhece o rosto da pessoa assim que ela passa pela porta de entrada. Enquanto o cliente entra no estabelecimento, o recurso faz uma busca para encontrar aquele usuário e, então, faz o check-in.

A ideia é ajudar comerciantes a oferecer serviços personalizados. Com base no histórico de "Likes", o Facedeals manda um alerta ao smartphone do cliente com uma sugestão do que consumir no local. Basta mostrar esse aviso ao balconista e aproveitar a oferta, mas antes de tudo é preciso autorizar a atuação do aplicativo na rede social.

Em um post de divulgação, a Redpepper informa que a novidade ainda passa por um período de testes e que a empresa busca financiamento para botá-la de vez no mercado.

O que você acha, é uma boa ideia ou isso é passar dos limites? Até que ponto a privacidade deve ser respeitada ?


Fonte: Olhar Digital

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Sérgio Rodrigo de Abreu

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Como evitar que a reunião seja uma perda de tempo


A frequência das reuniões de trabalho e o excesso de tempo que se passa nelas são reclamações universais no mundo corporativo. Quem se vê em situações desse tipo sabe bem o que é ter toda a agenda do dia comprometida por encontros improdutivos.

E, no entanto, reuniões são recursos necessários. “É importante, principalmente quando as decisões tomadas têm implicações em diversas áreas de uma mesma organização”, diz especialista em gestão de tempo, Luciano Meira, vice-presidente da Franklin Covey.

Mas é possível aumentar a eficiência e os resultados produzidos durante e após esses encontros? Na opinião de especialistas consultados por Exame.com, alguns aspectos garantem a produtividade das reuniões:

1 - Funções devem ser divididas – Anarquia não leva a lugar algum. Especialistas recomendam que sejam estabelecidos papéis para os participantes. “Quando não há uma liderança clara, a tendência é de improdutividade”, diz Andrea Piscitelli, especialista em gestão de tempo.

Conversas paralelas, brincadeiras fora de hora e falta de foco são problemas que podem ser evitados com a organização das funções. Meira sugere a nomeação de, ao menos, três papéis: o líder, o facilitador e o responsável pelo tempo.

O primeiro tem a autoridade sobre o grupo e deve se preocupar com os resultados do encontro. O facilitador tem o foco voltado para os meios utilizados para se chegar a esses resultados. “É alguém que pensa na logística e na dinâmica da reunião”, explica o especialista.

O facilitador, por exemplo, negocia o horário e local da reunião, define os participantes e temas abordados, além de fazer a divisão de tempo para cada assunto a ser discutido. O responsável pelo tempo garante o cumprimento do cronograma.

2 - Objetivo geral e pauta bem definidos – Pauta muito diversificada e não priorizada desvia o foco, diz Andrea. “Se uma reunião não tem um objetivo, está fadada ao fracasso”, diz Meira.

O objetivo geral pode ser dividido em tópicos, diz Meira. “Para cada subitem, deve ser estabelecido um tempo de discussão”, explica. Além disso, o escopo da reunião deve ser enviado previamente a todos os participantes.

3 - Lista enxuta de participantes – A lista de convocados requer cuidado. Convocar pessoas além da conta atrasa a tomada de decisões diz Meira. “É comum convidar participantes para que eles apenas fiquem informados sobre o assunto”, diz.

A ata da reunião pode cumprir a função de atualizar outros funcionários, recomendam os especialistas. De acordo com Andrea, uma reunião com mais de cinco pessoas demanda mais assertividade do líder para garantir a produtividade.

4 - Fazer a lição de casa – Grande parte das reuniões demanda uma preparação prévia dos convocados. “Cair de paraquedas é um grande entrave para o grupo”, diz Andrea. Meira concorda: “Se os participantes partem do ponto zero perde-se um tempo precioso”.

5 - Horários respeitados – O encontro deve ter hora para começar e para terminar. Além disso, a pontualidade transmite a mensagem que horários devem ser respeitados na empresa, segundo Meira.

A duração ideal é de no máximo duas horas, de acordo com Andrea. “Do contrário, a produtividade cai e as pessoas começam a fazer outras coisas, como acessar e-mails, atender ligações ou até pensar na lista de supermercado”, diz.

6 - Elaborar um plano de ação – A falta de continuidade também é uma queixa frequente após as reuniões, dizem os especialistas. A ausência de soluções e definição dos próximos passos pode resultar em desengajamento, na opinião de Andrea.

Meira diz que estabelecer um plano de ação é fundamental. “Ele deve conter as tarefas específicas e seus executores, além dos prazos”. Uma dica é anexar o plano de ação à ata da reunião. “Seria o ideal”, diz Meira.

Infelizmente eu me lembro de já ter perdido muito tempo em reuniões sem direção, sem organização, que chegava a bate boca ou desviava totalmente do assunto. Planejar e organizar é a melhor opção. Tudo o que foi dito acima eu já vivenciei e tenho certeza de que muitos também já passaram por isso. Organizem-se para melhores reuniões...

Fonte: Info

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Sérgio Rodrigo de Abreu

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Tecnologia no futebol - Parte 2


Apesar de distante, volta e meia a relação tecnologia e futebol vem à tona. Seleção com camisa ecológica, chuteira que se adapta ao gramado e bola que muda de cor quando é gol são os mais novos exemplos.

Esporte mais popular do mundo, o futebol é também resistente às inovações tecnológicas. Se no futebol americano e no hóquei há recursos como replays ao vivo para verificar a validade ou não de uma jogada, no bom e velho futebol a coisa não caminha por aí.

Gols invalidados injustamente, impedimentos não marcados e dúvidas entre se a falta foi dentro ou fora da área sempre fizeram parte das discussões sobre futebol. Contudo, se nesse aspecto o futebol é um tanto “atrasado”, na parte indumentária a coisa parece ter engrenado de vez.

Camisa amarela: consagrada e ecológica

Nesta quinta-feira, dia 25, a estadunidense Nike, fornecedora de materiais esportivos da Seleção Brasileira de Futebol, apresentou em Londres, Inglaterra, o modelo 2010 da camisa da seleção canarinho.  Com um design simples e praticamente toda em amarelo, a camisa dos brasileiros na Copa do Mundo de 2010 possui novidades invisíveis aos olhos.

100% verde

De acordo com a fabricante, a camisa é construída com 100% de materiais recicláveis: oito garrafas plásticas foram utilizadas na confecção de cada peça. Foram recolhidas garrafas de lixões do Japão e Taiwan, que, após serem processadas e transformadas em poliéster, confeccionaram as camisetas das dez seleções patrocinadas pela Nike.

As garrafas são lavadas para remoção de impurezas e cortadas em pequenos flocos, que então são derretidos para se transformarem em fios bem finos. É a partir desses fios que se forma o poliéster que compõe o tecido.

Costura sem fio

Outra novidade da camisa canarinho é sua costura, que usa cola ao invés de fios, algo semelhante ao que é feito com uniformes de pilotos de Fórmula 1 com o objetivo de reduzir o peso total do conjunto carro e piloto. Para os atletas, o resultado é também uma camisa mais leve, pesando apenas 160 gramas, cerca 15% menos do que a utilizada pela seleção na Copa de 2006 de acordo com a fabricante.

Camisa se ajusta ao corpo

Outra novidade é seu ajuste dinâmico, que “adapta” a camisa às curvas do corpo do atleta que a veste. Além disso, o uniforme é estruturado em malha dupla. O resultado disso é mais mobilidade para o jogador, bem como 10% a mais de elasticidade se comparada com uniformes tradicionais.

Lusa: camisa com realidade aumentada

A interação entre uniformes e tecnologia ganha um grande impulso com a nova terceira camisa da Portuguesa de Desportos (SP). Além de ter o preto como cor predominante – bastante diferente do tradicional rubro-verde – a camisa possui um recurso de realidade aumentada.

O novo uniforme foi desenvolvido em conjunto pela Penalty, fornecedora oficial de material esportivo da Lusa, e pela Cavalera, responsável por desenhar o terceiro uniforme do clube paulista. Quem adquirir a camisa pode colocá-la em frente a uma webcam e visualizar o algumas novidades no PC.

O resultado é a exibição de uma imagem que contém um script. O script leva o torcedor para uma página na internet com um quiz sobre a história da Portuguesa, uma boa oportunidade de testar os conhecimentos sobre seu clube do coração e ainda faturar prêmios – os ganhadores são os que obtiverem melhores resultados no jogo de perguntas e respostas.

E quem venham mais tecnologias para o futebol...

Fonte: TechMundo

Até breve com mais um Tecnologia em Foco
Sérgio Rodrigo de Abreu

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Tecnologia no futebol - Parte 1


Recentemente a FIFA deu o braço a torcer e aprovou o uso da tecnologia para saber se o gol foi legítimo.

Tirando as chuteiras super modernas e o uniforme, o futebol talvez seja um dos esportes menos tecnológicos da atualidade. Em campo, hoje se usa, no máximo, um comunicador entre árbitro e auxiliares; nada além disso. Mas depois de muitos erros e polêmicas, recentemente a FIFA deu o braço a torcer e aprovou o uso da tecnologia pelo menos em uma situação – e não por acaso, a principal do futebol... o GOL!

"Nós, FIFA, decidimos usar o sistema no Mundial Interclubes, em dezembro, em Tokio. E, se funcionar, também na Copa das Confederação, em 2013, e na Copa do Mundo de 2014”, diz Jérôme Valcke, secretário-geral da Fifa.

A decisão já era esperada! Em seu twitter, o conservador Joseph Blatter, presidente da Fifa, classificou o uso da tecnologia como uma “necessidade” após este polêmico lance na Eurocopa deste ano. A declaração veio quando este gol legítimo da Ucrânia não foi validado. O erro da arbitragem resultou na desclassificação dos ucranianos, que perderam por um a zero para a Inglaterra.

Claro, esta não foi a primeira vez que isso aconteceu. Erros como este marcam a história do futebol. E, apesar disso, foram muitos anos para uma decisão como esta ser tomada. Enquanto outros esportes abusam da tecnologia para que os juízes tenham decisões cada vez mais justas, o futebol era totalmente avesso à ideia. Na esgrima, por exemplo, um árbitro acompanha toda a luta em vídeo, e ainda pode rever os ataques em câmera lenta antes de tomar uma decisão. No tênis, o famoso “Olho do Falcão” não deixa margens para dúvidas se a bola foi dentro ou fora.

No caso do futebol, dois sistemas foram aprovados para testes. O primeiro é o “Olho do Falcão”. Com câmeras localizadas em pontos estratégicos para registrar toda a trajetória da bola – idêntico ao que já é usado nas partidas de tênis. Mas o que tem mais chances de ganhar os campos é mesmo o chip implantado na bola. Usando radiofrequência, sensores colocados nas traves e na linha do gol indicam instantaneamente se a bola entrou ou não. O juiz recebe a informação em tempo real em um relógio especial.

A decisão da Fifa ainda divide opiniões. Nós fomos conversar com um grande ídolo canarinho, que ao lado do Rei Pelé, conquistou o tricampeonato mundial para o Brasil na Copa de 70; o dono de uma das canhotas mais potentes da história: Roberto Rivellino.

"Acho que o futebol está muito corrido. E a comunicação [via fone de ouvido] é muito legal, mas o juiz tem que confiar o bandeirinha, porque hoje ele pode até avisar o juiz de um pênalti e não só comunica um impedimento", comenta Rivelino. "Nesse lance específico pra ver se a bola entrou eu acho legal ter uma tecnologia. Mesmo se fosse contra mim que fosse usado, eu tenho que reconhecer que a bola entrou e não há o que fazer", completa.

Apesar de concordar com o chip na bola, Rivellino acha que tecnologia demais pode apagar um pouco a magia do futebol, um esporte que mexe com a paixão e emoção do mundo todo.

"Você não pode parar pra ver se foi pênalti ou não. Parar o jogo para ver isso, acho que não dá. Você não pode tirar a polêmica do erro, do juiz, do bandeirinha, porque faz parte do futebol. Se tudo usar tecnologia não precisa nem de juiz", diz. 

Talvez seja por isso que a Fifa, a entidade máxima do futebol, tenha demorado tanto para tomar esta decisão. Uma coisa é certa, a tecnologia ajuda o esporte a ser mais justo. Mas, para muitos amantes da bola, o risco é o esporte perder parte do encanto que os erros humanos trazem.

E você, o que acha desta decisão? Você é a favor ou contra o uso da tecnologia em campo? Já tem gente falando em até canhões de laser para marcações de impedimento. Será?




Fonte: OlharDigital

Até breve com mais um Tecnologia em Foco
Sérgio Rodrigo de Abreu

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Pessoas sem perfil no Facebook podem ser vistas como suspeitas


Atualmente um perfil no Facebook  é quase que obrigatório, o fato de não ter acaba gerando especulações entre os amigos. Não é verdade? Pois bem,  para muitos empregadores e psicólogos, o fato de não ter uma conta na maior na rede social do mundo ou mesmo em alguma outra, pode parece até “suspeito”.

De acordo com uma reportagem do Daily Mail, não ter um perfil pode causar desconfianças por vários motivos para os responsáveis por contratar uma pessoa para um trabalho. Esse indivíduo pode ter tido sua conta deletada por ter desrespeitado alguma norma, ou mesmo por ter informações relevantes a esconder.

As equipes de Recursos Humanos podem inclusive rejeitar um candidato em virtude da ausência de perfil, já que ele virou uma ótima ferramenta de investigação do futuro contratado.

Os psicólogos costumam assumir de modo saudável ter um perfil em uma rede social, já que demonstra uma vida social ativa. O site Mashable deduziu que para os recrutadores, a ausência de uma vida online, com amigos virtuais, pode denotar que a vida real seja da mesma forma, isenta de amigos e vida social.

Todos esses pontos parecem bastante relativos, já que, as pessoas não podem ser condicionadas a ter um perfil em uma rede social para agradar fulano e ciclano. Não empregar uma pessoa que não participe desse círculo pode ser uma forma de exclusão, como também, pode estar dando oportunidade para um individuo que esteja capacitada psicologicamente. Quem está certo em tudo isso? Realmente não sabemos, as deduções são ainda muito superficiais para ter certezas absolutas.

Fonte: oficinadanet

Até breve com mais um Tecnologia em Foco
Sérgio Rodrigo de Abreu

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Relacionamento acima da tecnologia


Não há fórmula para o sucesso, mas existem regras básicas que precisam ser consideradas para o bom funcionamento de um negócio. Não importa se é uma micro ou uma grande empresa, para se manter no mercado é preciso que haja planejamento, organização financeira e bons funcionários, por exemplo. Mas um princípio básico que não pode ser esquecido é o relacionamento com o cliente. Fidelizar clientes é fundamental e requer muito mais que um SAC ou uma central de atendimento.

Estamos em um momento em que as organizações precisam estar preparadas para atender clientes de diferentes perfis. As classes C e D estão em ascensão e cada vez mais tem o seu poder de compra aumentado. As gerações X, Y e Z estão aí, cada uma com uma característica particular. E também é preciso considerar que as pessoas utilizam e incorporam mais rapidamente as novas tecnologias ao seu dia a dia. Hoje, as empresas precisam estar preparadas para atender os heavy users de tecnologia e redes sociais.

Diante de tantos perfis, o que fazer? Para as micro e pequenas empresas talvez este relacionamento seja mais fácil. Dependendo do negócio, o contato com o cliente é bem próximo, o que permite conhecer melhor o perfil da pessoa e oferecer um atendimento mais personalizado e com maior atenção. Além de ter um feedback quase instantâneo, o que possibilita corrigir os erros rapidamente.

Por isso, o feeling de quem presta o atendimento é fundamental. Lidar com pessoas não é uma tarefa fácil e saber avaliar as reações de um cliente em determinada situação é imprescindível. Sem esta percepção apurada, por mais sinais que o cliente ‘emita’ de sua insatisfação não há como melhorar o atendimento ou resolver a questão.

Mas este relacionamento próximo já não é possível para as empresas de médio e grande porte. Uma rede varejista não pode apenas confiar no feeling vendedor, por exemplo. Nestes casos, um bom treinamento e políticas internas de atendimento e relacionamento são fundamentais para evitar problemas e fazer o possível para que o cliente fique satisfeito. Um bom exemplo é a troca de mercadorias, as lojas não são obrigadas a fazer a troca de roupas se o problema for o tamanho, mas a grande maioria faz para satisfazer o cliente.

Muitas organizações acreditam que apenas disponibilizar uma central telefônica de relacionamento é o suficiente para atender as demandas (reclamações, dúvidas, elogios e outros) dos clientes. Mas isso não é o ideal. Na verdade, sabemos que poucos são os que ligarão para reclamar. A grande maioria só entrará em contato quando houver um problema grave. Quase nenhuma pessoa ligará para fazer um elogio. E os outros simplesmente não voltarão a comprar na loja ou utilizar o serviço.

Além dos diferentes perfis de consumidores, outra questão que precisa ser levada em consideração são as redes sociais, que permitiram aos clientes terem mais um canal de divulgação. Qualquer ideia, pensamento ou opinião pode ser compartilhada com os amigos e este podem dividir com outros amigos e o processo não tem fim. Não é possível mensurar as consequências dos comentários. Um cliente insatisfeito pode não ligar na central de relacionamento, mas reclamar para a sua rede de amigos e fazer com que todos acreditem que aquela loja, produto ou serviço é ruim.

O relacionamento, antes de qualquer coisa, acontece entre pessoas. Não adianta uma empresa ter só a melhor tecnologia, é preciso que o cliente sinta que ele pode entrar em contato e que será feito o possível para solucionar a questão, com um atendimento humano e atencioso. Certamente, uma boa solução dá ao atendente uma ótima base para oferecer um bom atendimento, mas conhecer o cliente, treinar os colaboradores e oferecer um ambiente de trabalho agradável são fundamentais.

Autor: Carlos Carlucci – Country Manager da empresa Vocalcom Brasil
Fonte: profissionaisti

Até breve com mais um Tecnologia em Foco
Sérgio Rodrigo de Abreu

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Vantagens da migração para o modelo de Infraestrutura como Serviço (IaaS)


Analisando as empresas brasileiras a partir de 2005, podemos notar uma grande quebra de paradigma em relação à cultura de propriedade de equipamentos de tecnologia. Isto quer dizer que houve a quebra da resistência à opção de alugar ao invés de comprar. Com a dificuldade do crédito, principalmente com a crise de 2007, as corporações foram obrigadas a enxergar novas possibilidades. Então, notou-se que o modelo denominado Infrastructure as a Service (IaaS) ou infraestrutura como serviço encaixava-se muito bem nesse novo cenário, porque, além de eficiente é bastante funcional também do ponto de vista financeiro.

Atualmente, cerca de 30 das 500 maiores empresas listadas pela edição Maiores e Melhores da Revista Exame já trabalham sob o modelo IaaS; em nível nacional são mais de 2.000. Na verdade, estamos vivendo o início do momento de glória do IaaS e acreditamos que o pico de demanda ocorrerá nos próximos anos, dado o crescimento econômico do país e os eventos esportivos que serão aqui sediados.

Independentemente do modo como estão sendo organizados, esses eventos já estão obrigando o país a se adequar em termos de infraestrutura física. Vamos precisar de novos aeroportos, estádios, pontes, etc, e essas obras demandam umbackoffice muito forte, pois as empresas prestadoras de serviços precisarão montar rapidamente ambientes de TI com serviços flexíveis. Nosso cenário econômico de reestruturação está possibilitando às companhias enxergarem os planejamentos no longo prazo. Isso está trazendo certo conforto e otimismo para nossa área.

Outro fator favorável em relação ao modelo IaaS é que, com a pressão para diminuição dos orçamentos de TI, as empresas vêm buscando novas alternativas para manterem seus ativos funcionais e atualizados dentro da necessidade de seus core business. Além disso, o modelo elaborado para a diluição e diminuição destes custos deve trazer em seu conceito, principalmente, a previsibilidade de despesas feitas em hardware, software e peopleware, em um ambiente totalmente gerenciado. Também vale destacar que a unificação de diversos serviços em apenas um fornecedor diminui não só os custos com o gerenciamento de diversos contratos, como também reduz o tempo de solução para os usuários. Todas essas são vantagens do modelo IaaS.

A integração desse serviço é completa e transparente e vai da compra no fabricante até a configuração de equipamento em cada usuário. Ou seja, o controle, a manutenção e a gestão durante toda a sua vigência ocorrem de uma forma clara. O cliente tem toda essa operação correndo em seu backoffice e a enxerga de forma estratégica. Então, por essa razão, ele não se preocupa, por exemplo, com estoque de peças, reposição, máquina em sua sede e outras espalhadas por suas filiais – tudo isso é responsabilidade de seu prestador de serviços de IaaS.

Com essa estrutura oferecida fica mais fácil entender por que é vantajoso contratar o esse tipo de serviço especializado. A partir do momento em que se tem essa composição de logística, de armazenamento, de modelo, de volume de compra com os fabricantes, é possível usá-la de forma compartilhada. Isso quer dizer que não é colocado todo o custo em apenas uma operação, mas rateada em diversas operações. Por isso, é indispensável ressaltar que quando o cliente faz um contrato de IaaS não está comprando somente a possibilidade de usar o hardware e  o gerenciamento dele, mas também o suporte a esse hardware. O que isso significa? Significa que quando precisar de algum serviço de suporte técnico, independentemente do problema, o usuário terá apenas que acionar o fornecedor de IaaS  que, na maioria das vezes poderá resolver o problema remotamente. Caso isso não aconteça, a máquina será substituída por outra dentro do SLA estabelecido.

Help desk interno e no IaaS

Qual é a diferença entre o atendimento realizado internamente pelas companhias e quando contratam IaaS? A diferença é o SLA, um compromisso com prazos rigidamente estabelecidos em contrato, para atendimento aos usuários e que, se não cumprido, o prestador estará sujeito à pesadas multas. No IaaS, dificilmente a empresa não será atendida naquele período estipulado por contrato. Isso para o usuário é muito importante porque, normalmente, nas equipes internas, a hierarquia era o que determinava a prioridade de atendimento.

No modelo de IaaS que desenvolvemos, todo projeto é taylormade – feito sob medida — ou seja, é hierarquizado no sentido de prioridade. Por exemplo, o cliente determina que a área de TI tenha um SLA de seis horas, que o presidente da empresa seja atendido, no máximo, em duas horas e as demais áreas em 12 horas. Após essa definição, é montado um planejamento de acordo com a necessidade do cliente, e será precificado baseado nessas especificações. Outra hierarquização diz respeito à importância dos equipamentos na rede. Por exemplo, um microcomputador de um gerente é bem importante, mas não tanto quanto um servidor de alta disponibilidade ou um ativo de rede que derruba a internet, ou até mesmo um servidor de email que, se parar, nem o presidente da empresa consegue ter conexão.  Isso tudo fica claramente determinado e delineado e o fornecedor de IaaS tem que cumprir à risca.

Vamos a um exemplo: digamos que um hospital alugue 200 máquinas, uma delas deve ficar dentro da sala de cirurgia cardíaca. Ela comanda um determinado equipamento importante para uma operação; se, de repente, essa máquina parar por um minuto, pode comprometer a vida de alguém. Então, nosso papel é desenvolver o modelo para garantir que dentro daquela sala não tenha apenas uma máquina, e sim, duas. Se porventura aquela parar, eu tenho contingência. Os projetos de IaaS tem essa característica de prever contingência durante todo o processo de negócios, não só na implantação e manutenção.

No modelo tradicional, se uma empresa tem 200 funcionários e apenas 200 máquinas, se alguma delas quebrar, o funcionário ficará sem acesso aos serviços de rede até seu equipamento ser consertado. No modelo IaaS se, eventualmente, acontecer um problema no equipamento, o SLA será cumprido. Pensando dessa forma, para o usuário interno e para a companhia é muito mais vantajoso, pois todos ganham agilidade, a empresa não perde produtividade; e o atendimento passa a ser altamente profissionalizado por uma equipe externa especializada.

As bases do modelo IaaS preveem soluções rápidas para os problemas técnicos, pois o fio condutor do serviço é a disponibilidade. Vamos simular uma operação: temos um cliente com uma unidade em Rondonópolis, interior do Mato Grosso, e uma das máquinas apresenta problema na placa mãe e não é possível resolver remotamente. Possivelmente, a solução dada pelo suporte técnico interno da empresa seria enviar uma nova máquina de sua sede para suprir a necessidade, o aparelho com defeito seria enviado para análise e só seria devolvido assim que consertado. Se considerarmos que esse processo é rodoviário, deve ocorrer um ciclo de cinco a sete dias para solução. Com o IaaS é possível oferecer um SLA de 12 horas em função da estrutura compartilhada que agrega serviços rápidos, eficientes e, consequentemente, mais baratos.

Custo x benefício

Em relação aos custos, é necessário avaliar o enfoque do que será considerado como valor. Se houver apenas uma comparação do custo da compra e do custo do modelo, sem dúvida, o IaaS  será considerado mais caro, porque não estamos falando apenas de uma máquina, mas também do software, da equipe de suporte, da disponibilidade, do financiamento, da taxa de juros e do gerenciamento. Entretanto, visualizando e somando todas as variáveis envolvidas em um contrato e a gestão desse parque, com certeza o IaaS acaba sendo mais barato e vantajoso.

Existe ainda uma vantagem fiscal, mas que só é permitida para empresas de lucro real. No modelo IaaS, as empresas passam a ter um crédito em relação ao PIS/COFINS sobre o valor pago mensalmente ao fornecedor, o que não é possível, por exemplo,  no leasing operacional. O modelo IaaS também permite a depreciação total do contrato dentro da sua vigência, alocando todos os custos da operação como despesa, uma vantagem contábil considerável.

Hoje, o IaaS é comprovadamente funcional e as empresas conseguem ficar mais confortáveis conforme a sua variação operacional; isso fortalece o modelo e faz dele uma tendência em ascensão. Mas como toda novidade que surge em TI, o IaaS precisa primeiro provar seu valor, o que vem acontecendo mais claramente nesse último ano. Acreditamos ser apenas questão de tempo para que os bons resultados que são entregues diariamente aos executivos de TI e de finanças tragam segurança para que outras empresas experimentem esse novo paradigma.

O futuro do IaaS no país, acreditamos, não só é promissor, mas terá novidades já no próximos meses e facilitará ainda mais a vida das empresas. São mais serviços, mais visões, mais controles que não eram feitos; serão complementos que, temos certeza, ajudarão na consolidação desse modelo daqui para frente.

Autor: Diego Peron – presidente da empresa Agasus

Até breve com mais um Tecnologia em Foco
Sérgio Rodrigo de Abreu