segunda-feira, 9 de julho de 2012

13o Salário não existe

Tão importante quanto conhecer os seus direitos é entender porque eles existem. Entender a razão pela qual você merece algo dá legitimidade ao seu argumento se alguém tentar tirar este direito de você. Entenda algo que muita gente não sabe: que o 13º salário não existe de verdade. Como assim, não existe? Eu recebo todo fim de ano. Ou metade nas férias e a outra metade no fim de ano! Como pode algo que eu recebo e vejo não exisitr???

Calma. O dinheiro existe sim, mas ele não deveria ser um 13º salário. Ele deveria estar diluído em 12 parcelas e ser creditado todo mês junto com seu salário normal. Por que? Porque você trabalhou por esse salário ao longo dos 12 meses do ano e não deveria ter que esperar até Dezembro para receber seu dinheiro. Ou você achou que o 13º era como um presente? Que o governo manda que o patrão tê dê sem você ter trabalhado em troca? Ah, pensou? Então vamos entender agora que o 13º não é presente e que o fato de você só receber no fim do ano é uma “pedalada” que você recebe do governo e do patrão.

Imagine um trabalhador que ganha R$1.000,00 por mês. Ao fim do ano ele terá recebido R$12.000,00 de salário, correto? Ele vai receber um 13º de R$1.000,00 então no fim de um ano terá recebido um total de R$13.000,00. Guarde este número, treze mil reais.

Considere que um ano tem 52 semanas (365 dias no ano e 7 dias em cada semana: 365/7=52). Convencionamos que um mês tem 4 semanas, então o salário de R$1.000,00 equivale a R$250,00/semana, certo? Então um ano de 52 semanas deve render R$250,00 x 52 = R$13.000,00. Olha aqui os Treze Mil.

Se em vez de receber um salário mensal você recebesse semanalmente, ao fim do ano teria recebido o equivalente a treze salários. O ano tem só doze meses, mas alguns meses tem 4 semanas, outros tem 4 semanas e meia e alguns chegam quase a 5 semanas. Mas optamos por um salário mensal para dar às empresas previsibilidade de caixa. Seria ruim para as empresas pagar a todos os funcionários um valor diferente a cada mês, se bem que isso seria o mais correto. Afinal o banco não espera o 13º pra te cobrar os juros do cheque especial, não é?

Além disso o governo sabe que reter estas “sobras de salários” e entregar elas no final do ano como um salário extra é uma ótima forma de dar um impulso para o comércio no fim do ano e ajudar você a pagar o IPTU em Janeiro.

Mas não se engane, o 13º não é um prêmio para o trabalhador. É um favor que o assalariado faz para o governo, as empresas e o comércio, de ceder frações mensais de seu salário para uma poupança forçada que é liberada todo fim de ano. É o pagamento por um trabalho que você já fez, mas que você vai demorar mais tempo para receber.

Fonte: Desenvolvimento Pessoal by Fabio Luiz

Até breve com mais um Tecnologia em Foco
Sérgio Rodrigo de Abreu

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Relógio da Copa na Praça da Liberdade é hackeado


Frase questionando a tecnologia empregada na organização do evento foi exibida no televisor do equipamento


A Secretaria Extraordinária da Copa do Mundo (Secopa) de Minas Gerais vai pedir à polícia que investigue como o relógio com o cronômetro da Copa do Mundo, localizado na Praça da Liberdade, Região Centro-Sul de Belo Horizonte, foi hackeado nesta quinta-feira. No televisor localizado na parte de baixo da escultura foi exibida a frase “É com essa tecnologia que vocês querem fazer a Copa??”.

A mensagem foi exibida na tela por cerca de uma hora. De acordo com a assessoria da Secopa, tão logo o órgão foi informado sobre a falha o equipamento foi desligado. Não foi informado quando ele será ligado novamente.

A assessoria da Secopa não soube dar detalhes da ação e disse que esta é a primeira vez que ocorre uma invasão deste tipo. Por meio do Twitter, o assunto foi rapidamente comentado. “Belo Horizonte ta tao avacalhada, q hackearam o relogio da copana praca da liberdade!” (sic), disse uma internauta.

Nessa quarta-feira, um internauta postou no microblog que a senha de acesso ao sistema do relógio estava visível no equipamento. “A senha do TeamViewer do relógio da copa tá escancarada aqui de novo…”. O TeamViewer é um software que permite acesso remoto a dispositivos digitais. A Secopa disse desconhecer tal informação.

Fonte: EM.com.br

Até breve com mais um Tecnologia em Foco
Sérgio Rodrigo de Abreu

A hora e a vez da tecnologia para ajudar na educação


Com tantos recursos disponíveis em celulares, tablets e aparelhos com internet móvel, crianças e adolescentes tornam-se – e admitem ser – cada vez mais “dependentes” dos dispositivos modernos. No entanto, especialistas afirmam que, com a orientação certa, a tecnologia pode ser uma grande aliada do aprendizado.

Segundo a professora de cibercultura da Faculdade de Comunicação e Artes da PUC Minas, Daniela Serra, o problema não está na tecnologia em si, mas no uso que se faz dela. “Proibi-la é uma batalha perdida”, diz.

Porém, se o consumo desses recursos for excessivo e sair do propósito educativo e cultural, o desenvolvimento e a socialização do aluno podem ser prejudicados.

Para conscientizar os estudantes sobre o uso do celular em demasia, o colégio Marista Dom Silvério, no bairro São Pedro, zona Sul de Belo Horizonte, criou o Dia sem Celular, realizado neste mês.

A campanha teve slogans como “Um gesto de carinho é muito mais do que 140 caracteres”, em referência ao espaço máximo para textos no Twitter, e foi sugerida pelos próprios alunos. Eles repararam que têm muitos amigos nas redes sociais, mas não conhecem bem os colegas que veem diariamente. “Muitas vezes, eles ficam juntos no recreio, mas cada um interage com o próprio celular”, diz o coordenador de pastoral do colégio, Rafael Basso.

No Marista, o desafio é transformar tecnologia em ferramenta pedagógica. Exatamente o que aconselha a professora Daniela: “Nós, educadores, devemos estabelecer quando ela é bem-vinda e quando não é. Pais e professores devem apontar os caminhos corretos”.

A mãe de Júlia de Melo, de 13 anos, fica de olho na navegação da filha no tablet. O aparelho só é permitido nos fins de semana e, fora disso, só para pesquisas escolares. “Não sou tão ligada em tecnologia para me relacionar. Prefiro contatos pessoais”, diz a menina.

No colégio Nossa Senhora da Piedade, no bairro Calafate (Oeste de BH), celulares também devem ficar desligados em sala. As atividades na internet são monitoradas pelos professores. Alunos como Beatriz Masiero, de 4 anos, já aprenderam a manusear o mouse e a abrir programas e sites com jogos educativos.

Mas há quem ainda resista a tantas tecnologias. É o caso de Marcela Ferreira, de 16 anos, que não quer saber de celular nem de Facebook. Ela tem um cartão de telefone público, para quando precisar falar com os pais. “Meus amigos dizem que sou de outro planeta, mas ainda não senti necessidade de ter essas coisas”, diz.
Fonte: Hojeemdia

Até breve com mais um Tecnologia em Foco
Sérgio Rodrigo de Abreu