quinta-feira, 5 de julho de 2012

As vantagens do Cloud Business Intelligence (BI)


O uso da inteligência no negócio não é um conceito novo, mesmo porque sem inteligência nenhum negócio seria bem-sucedido. Mas o processo de coleta de dados, organização, análise, compartilhamento e monitoramento das informações, chamado de Business Intelligence (BI), ainda é pouco adotado pelas empresas.

A adoção de soluções de BI e análise de dados é prioridade para a maioria dos responsáveis pela área de TI de empresas de todo o mundo, segundo uma pesquisa realizada pela Gartner com 2.335 líderes de TI em 45 países divulgada no início deste ano. A segunda maior preocupação dos CIOs são as tecnologias de mobilidade e em terceiro lugar ficou a cloud computing.

Isto porque com uma solução de BI é possível obter informações estratégicas sobre o negócio com maior rapidez retiradas dos sistemas de dados da empresa como ERP, data warehouse e outros e, consequentemente, permite também agilidade na tomada de decisões. Além de facilitar a compreensão das tendências do negócio, a identificação de riscos, possibilita um planejamento corporativo mais amplo e facilitar o acesso e a distribuição de informação e outros.

Mesmo com tantas vantagens, o principal entrave das organizações na hora de investir em uma solução de BI era o processo de implementação, que demandava tempo e infraestrutura. Além disso, muitos ainda confundem a implantação de uma solução de BI com a do ERP, que requer, além de infraestrutura e tempo, uma mudança de cultura interna da empresa. Mas o BI não muda a forma de trabalhar da empresa, pelo contrário, se adapta a ela, pois está intimamente ligado à estratégia do negócio.

A implementação de novas soluções, seja ERP ou BI, também vem sendo facilitada pela computação na nuvem, que exige menos infraestrutura, tempo e recursos financeiros, já que não há a necessidade de instalação do sistema em data-centers locais, por exemplo. Por isso, a tendência é que o BI continue crescendo ainda mais com o Cloud Computing.

Cloud Computing

A computação na nuvem já é uma realidade em muitas organizações, até mesmo nas pequenas e médias empresas. Isto porque armazenar os dados na nuvem oferece redução de custos, ganho de espaço físico na empresa, rapidez no uso dos sistemas, segurança e muito mais. Com a nuvem, a solução não precisa estar instalada em uma máquina, o que também facilita na hora da atualização. E ainda há a facilidade dos dados serem acessados de qualquer lugar.

Os serviços baseados na nuvem são cada vez mais vistos como uma oportunidade para alavancar os negócios. Tanto que outro estudo realizado pelo Gartner, com 1.364 gestores de TI e usuários de ferramentas de BI no final de 2011, aponta que 27% das organizações já usam ou pretendem usar esse modelo nos próximos 12 meses para otimizar a análise dos dados extraídos dos sistemas de BI.

Computação na nuvem, BI e mobilidade são algumas das facilidades proporcionadas pelo progresso tecnológico nos últimos anos e as empresas que querem crescer, seja qual for o porte, precisam unir estas tecnologias. A nuvem facilita o acesso das informações e garante a mobilidade. E a agilidade proporcionada pelo BI faz com que a empresa consiga sair na frente na hora de definir as estratégias de ação e a tomada de decisões.

Fonte: profissionaisti.com.br
por Marcos Abellón: diretor geral da W5 Solutions

Até breve com mais um Tecnologia em Foco
Sérgio Rodrigo de Abreu

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Mobile BI (Business Intelligence). Alguém ainda duvida?



Pois é, vivemos em um mundo e uma sociedade que, tecnologicamente falando, está em um rítmo bastante acelerado. E, é claro que os “computadores” não poderiam ficar de fora, afinal, estes são os que mais evoluem. Hoje em dia os “celulares” já não são chamados de “celulares” e sim, de smartphones. Viraram computadores, cujo as funções de ligar e receber chamadas ficaram em segundo plano.

O mundo corparitivo também começou a se aproveitar disto e é a partir daí que vamos enteder um pouco do que é “Mobile BI” e como ele pode ser muito útil.

Mobile BI, traduzindo ao pé da letra, é o BI (Business Intelligence) Móvel, ou seja, aonde você estiver será possível a consulta de indicadores, acompanhá-los e tomar decisões. Tudo isto graças a mobilidade que está disponível para todos nós em todo canto!

Bom, o assunto aqui não é Telecom mas para falarmos de Mobile BI precisamos falar da nossa rede de comunicação de dados. Apesar de ainda ser muito ruim, o futuro promete coisas boas (assim espero), pois a partir de 2013 até 2016 (Olimpíadas), a rede 4G obrigatoriamente terá de estar estável e com uma excelente qualidade.

Quem ainda tem dúvidas, basta dar uma olhada na pesquisa “Uso de Meios de Comunicação em Telas Múltiplas”, elaborada pela Nielsen, que diz que 36% da população já possui um smartphone e que de 2010 para 2011 o número de smartphones aumentou em 15 vezes! Isso mesmo! 15 vezes! A pesquisa também abrange os Tablets e estes, no mesmo período, tiveram um crescimento de 70%.

É inacreditável que atualmente ainda existam pessoas que duvidam ou resistam a mobilidade. Estes fazem parte da minoria, que eu tenho certeza que a realidade tecnológica atual mudará seus conceitos em breve.
Nós precisamos entender que estamos diante de mais uma revolução tecnológica, assim como aconteceu com os Notebooks no início deste século. Estamos passando por uma transição dos notebooks para os smartphones e tablets e, se nós trabalhamos com o apoio da tecnologia, seria injusto lutarmos contra ela.

Vale ressaltar que junto com a mobilidade, além da flexibilidade e liberdade que ela promove, agregam-se outras tecnologias e soluções que também apoiam o BI, sendo que uma delas é o Social Intelligence que, resumidamente, é o BI nas redes e mídias sociais.

A pergunta que faço para reflexão é: “Você consegue imaginar, nos dias de hoje, um executivo sem smartphone ou tablet?”

Se a sua resposta for “Não”, você acaba de entrar no mundo do Mobile BI.

Fonte: Blog Business Intelligence Brasil 
Por Claudio Bonel, Líder de Business Intelligence da CPM Braxis Capgemini, Instrutor e Palestrante.

Até breve com mais um Tecnologia em Foco
Sérgio Rodrigo de Abreu

terça-feira, 3 de julho de 2012

Leap Second: Ajuste de um segundo em relógio global causa falhas na web


Um ajuste de apenas um segundo no relógio global oficial gerou uma pane em dezenas de websites, em um incidente que lembrou o Bug Y2K, ou Bug do Milênio, há uma década.

O chamado "leap second" foi acrescentado ao Horário Universal para sincronizar os relógios com a rotação da Terra na noite de 30 de junho, atrasando em um segundo a transição para 1º de julho. O segundo adicional foi o suficiente para atrapalhar alguns softwares.

O Reddit, um agregador de links, postou uma mensagem no Twitter, que dizia "Estamos tendo alguns problemas com Java/Cassandra relacionados ao leap second". Uma nova mensagem do Reddit brincava com a questão: "Você já quis ter um ou dois segundos a mais? Esse não é um desses momentos".

A Mozilla, organização por trás do navegador Firefox, também teve problemas. "Java está sobrecarregado pelo 'leap second'", disse o engenheiro do Mozilla Eric Ziegenhorn, que notou que alguns servidores que usavam a plataforma Java apresentavam problemas.

As interrupções se tornaram mais intensas quando uma forte tempestade nos Estados Unidos derrubou os servidores da Amazon, que hospedam em nuvem diversas páginas, como o Netflix. As redes sociais Foursquare e LinkedIn também apresentaram falhas.

"Alguns de vocês podem ter dificuldades em acessar o site. Nossa equipe está trabalhando nisso neste momento. Continue ligado para mais", postou o LinkedIn no Twitter.

O Google tem se preparado para os últimos 25 segundos adicionados desde 1972, já tendo identificado problemas em 2008 e desenvolvido "uma de nossas soluções alternativas mais legais".

A ideia ficou conhecida como "leap smear", segundo o engenheiro do Google Christopher Pascoe. "Modificamos nossos servidores NTP locais para acrescentar gradualmente alguns milisegundos a cada atualização... Os desenvolvedores do Google não precisam se preocupar com segundos extras", disse.

As falhas lembraram o bug do ano 2000, quando os computadores, desenvolvidos para anos de dois dígitos, como 99 para 1999, tiveram que ser adaptados para quatro dígitos.

Fonte: terra.com.br

Sérgio Rodrigo de Abreu