sexta-feira, 4 de maio de 2012

Microsoft anuncia fim da marca Windows Live


Depois de muita especulação, a Microsoft confirmou nesta quarta-feira (02/05) que vai descontinuar a marca Windows Live. O anúncio foi feito no blog Building Windows 8.

Cloud Service for Windows 8

No entanto, os mais de 500 milhões de usuários que utilizam os serviços da marca não precisam se desesperar: os programas, que desde 2005 operam sob esse selo, continuarão ativos, com a diferença de que estarão mais integrados aos dois principais sistemas operacionais da empresa, o Windows e o Windows Phone. Além disso, amigos no Twitter, Facebook, LinkedIn e outras redes sociais estarão todos reunidos em uma só agenda, facilitando o contato com qualquer pessoa.

A mudança se dá por dois motivos: o primeiro é porque uma série de falhas foram apontadas por aqueles que usam o Live com frequência. Segundo o post no blog, embora alguns sejam líderes em mercados específicos, os serviços da marca sempre foram menos atrativos que os da concorrência quando o assunto é qualidade; isso tudo sem contar a variação de nomes que o Windows Live teve ao longo dos últimos sete anos, o que não ajudou muito a Microsoft a alavancar suas campanhas de marketing.

O segundo motivo é porque a Microsoft pretende interligar o Windows 8 e o Windows Phone a todos os outros serviços da empresa através da cloud computing, concretizando a ideia que antes foi pensada para o Windows Live: integrar e conectar os produtos em um único lugar. 

Para solucionar esses problemas, a companhia declarou que, a partir de agora, os serviços-chave serão independentes, mas ao mesmo tempo conectados aos sistemas operacionais para desktops e smartphones (Windows 8 e Windows Phone, respectivamente) através do serviço em nuvem SkyDrive. Uma vez logado no Windows 8, haverá a possibilidade de sincronizar configurações de perfil, como idioma e esquema de cores, por exemplo.

Outra alteração importante é a nomenclatura da conta dos usuários: antes, era Windows Live ID, mas agora é apenas Conta Microsoft. Ela servirá não só para os serviços de e-mail e chat, mas também para o Zune e o Xbox LIVE Arcade.

Fonte: OlharDigital

Até breve com mais um Tecnologia em Foco
Sérgio Rodrigo de Abreu

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Redes de hotéis com tecnologia e equipamentos de ponta na Grande BH


Alta tecnologia nos leitos, nos restaurantes, nos espaços de check-in e nas salas de ginástica dominam os canteiros de obra das redes de hotelarias que se instalam em Belo Horizonte. A capital conta hoje com 43 hotéis em construção ou licenciados, que movimentam R$ 1,49 bilhão em investimentos, segundo o Comitê da Copa da Prefeitura de Belo Horizonte. Desse total, R$ 937 milhões vão ser destinados à construção de 21 hotéis na categoria de quatro e cinco estrelas.


A cidade tem atualmente 103 hotéis e 18 mil leitos, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (Abih) em Minas. Grande parte desses empreendimentos é de pequeno porte e precisa de reformas para oferecer serviços compatíveis com as novas redes que estão chegando. “Não há como continuar com hotel antigo se não for feita uma reforma. Teremos a Copa do Mundo e das Confederações e as exigências são grandes. Temos hotéis de padrão três estrelas que precisam de obras urgente, como ocorreu com o Normandy”, diz Paulo César Pedrosa, presidente da Federação de Hotéis, Restaurantes e Bares de Minas Gerais (Fhoremg).

O cinquentenário e tradicional Hotel Normandy está sob novo comando. Ele foi vendido para a rede O.K., do empresário espanhol Manolo Fidalgo. O hotel passa por restauração e a meta do novo gestor é elevar o empreendimento da categoria três para quatro estrelas. Pedrosa cita algumas características inaceitáveis nos hotéis da atualidade, como televisão de 29 polegadas e frigobar enferrujado. “È importante ainda ter um ar-condicionado central, tecnologia, boa academia de ginástica, estacionamento próprio e toalha e lençol de primeira qualidade”, observa Pedrosa. A vice-presidente da regional mineira da Abih, Silvania Capanema, é mais taxativa. “Os hotéis que não atualizarem vão fechar todos. O turista vai preferir ficar em um Ibis novinho ou em um hotel antigo do Centro da cidade?”, indaga.

A rede paranaense Bristol Hotéis & Resorts vai trazer para Minas Gerais quatro novos empreendimentos, em investimento total de R$ 103 milhões até a Copa. Serão o Bristol Horizonte Hotel, Bristol Skalla Hotel e Bristol Arena Hotel, na capital, e o Bristol Terramare Hotel, em Guapé, próximo a Escarpas do Lago. Este último, que vai ter padrão cinco estrelas e investimento de R$ 60 milhões, vai contar ainda com luxos como hípica, marina e aeródromo. “Estudos feitos por todas as redes mostram que há demanda de hotéis em Belo Horizonte. E hoje o cliente é muito exigente em modernidade”, afirma Gilberto Cordeiro, diretor de negócios e marketing da Bristol Hotéis & Resorts.

Os novos empreendimentos, diz, são construídos com equipamentos com climatização mais modernas, pisos antialérgicos e processos de check-in e check out mais rápido. “Há ainda muitos hotéis do passado com pisos de carpete. Usamos porcelanato, que não traz problemas para quem é alérgico”, observa Cordeiro.

O grupo Maio Paranasa está com seis redes hoteleiras para serem construídas até a Copa, em investimento total de R$ 483 milhões. O Pullman, no site Belvedere, e o Novotel, no site Savassi, são de categoria de luxo e superior. “Os nossos projetos foram pensados para atender à demanda do cliente alta, que busca tecnologia de informação, segurança, mão de obra treinada e qualificada, facilidade de fazer a reserva e agilidade”, afirma Jânio Valeriano, diretor de desenvolvimento do grupo Maio Paranasa.

Fonte: Geórgea Choucair EstadodeMinas

Até breve com mais um Tecnologia em Foco
Sérgio Rodrigo de Abreu

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Baby Boomers estão se aposentando, gerações X e Y estão assumindo chefias. E agora?


Uma pesquisa recente, divulgada pela Metlife, apontou que os Baby Boomers, geração das pessoas nascidas entre 1946 e 1965, estão se aposentando em massa - pelo menos nos Estados Unidos. Com essa tendência surgindo na América do Norte, a previsão é que o mesmo comece a acontecer por aqui.
Mas, que mudanças estruturais isso pode gerar no mundo corporativo? Segundo Lauriane Mattos, consultora de RH da Catho Online, pode haver uma quebra de paradigmas e formalidades estipuladas por gerações mais velhas. Além disso, a consultora acredita que, pelo fato das gerações seguintes - X e Y - serem mais ligadas à tecnologia, pode haver mudanças drásticas na automatização dos processos dentro das companhias.

A empresária Zuleika Bittencourt, de 54 anos, que foi diretora geral de uma grande companhia durante 10 anos, aposentou-se recentemente e diz ter visto uma mudança de cenário dentro das empresas. Para ela, as vagas deixadas pelos profissionais mais velhos serão cobiçadas por jovens ansiosos e ávidos pelo sucesso, portanto, além de maior competitividade dentro do mundo corporativo poderia haver, também, bastante rotatividade.

"Os Xs [nascidos no início dos anos 1960 até o final dos anos 1970] e Ys [nascidos no início dos anos 1980 até o final dos anos 1990] querem crescer muito rápido e, por isso, não são tão fieis às empresas como nós fomos. Com eles é assim: quem dá mais, ganha. Ou seja, com mais ofertas de vagas, vai haver também mais rodízio de cargos", comenta.

Neste aspecto, a consultora comenta que, para evitar a rotatividade e agradar os profissionais mais jovens, algumas empresas já estão se adaptando. Segundo ela, as companhias estão tendo que se enquadrar a sistemas de compensação e de benefícios personalizados para manter o equilíbrio entre a vida pessoal e a vida profissional - algo muito almejado pelos mais jovens. 

Além disso, as empresas estão cada vez mais flexíveis e criando ações necessárias ao estímulo da criatividade e do desenvolvimento do empregado. Com a saída dos Baby Boomers, as empresas que ainda não pensam desta forma podem perder pessoas habilidosas. Portanto, a tendência é que as companhias se dediquem ainda mais a "agradar" seus funcionários.

"Se a empresa não se adaptar ao estilo da nova geração e tentar manter o padrão em que o chefe manda e o empregado obedece, poderá perder muitos talentos, uma vez que essa geração é adepta às políticas de flexibilidade e de acordos", diz.

Outro ponto levantado por Zuleika é que a aposentadoria da geração Baby Boomer e ascensão dos Xs e Ys pode gerar alguns problemas de relacionamento, já que estas gerações são mais insubordinadas do que as anteriores. Mas, a consultora da Catho discorda. De acordo com ela, as gerações X e Y valorizam a afinidade entre chefe e empregado, apesar de não manter o mesmo tipo de relação que o Baby Boomers. E ainda há mais um detalhe: os Xs, que provavelmente serão os novos líderes, reconhecem o potencial dos Ys e isto já dá uma abertura para uma boa relação entre eles e o crescimento dos jovens profissionais.

Lauriane ainda lembra que com a saída dos Baby Boomers é possível que os conflitos diminuam, já que haveria uma geração a menos dentro das companhias. Para ela, todos têm muito a agregar e o ideal é que as gerações sempre se adaptem e troquem conhecimento.

"Os Baby Boomers são procurados mais para cargos voltados à consultoria, devido a grande experiência adquirida ao longo de sua carreira profissional. A X está sendo procurada para cargos de liderança, uma vez que, apesar da pouca idade, já têm uma boa bagagem profissional. Ou seja, são profissionais que estão aprendendo a se relacionar bem com a geração Y e ainda servem como referência para essa nova geração. Além disso, gostam de trabalhar em equipe e aceitam desafios, o que tem sido muito pedido pelas empresas atualmente", ressalta.

Por fim, a consultora afirma que o mercado está em ritmo acelerado e busca profissionais que possam estabelecer relações interpessoais saudáveis. Portanto, seja você X ou Y, deve-se preparar para se submeter aos seus superiores e enxergar neles a sua oportunidade de aprendizado e crescimento. Esta pode ser a hora de você ter mais espaço no mercado corporativo, basta saber aproveitar a ocasião, doando os conhecimentos que lhe sobram e absorvendo o que os profissionais mais experientes têm a ensinar.

Fonte: OlharDigital

Até breve com mais um Tecnologia em Foco
Sérgio Rodrigo de Abreu